A fornecedora de pneus da Pirelli destacou que uma estratégia de uma parada é provavelmente a mais rápida para o GP do Brasil.
A Pirelli trouxe os compostos supermacios (vermelhos), macios (amarelos) e médios (brancos) para lidar com as demandas de um circuito que usa tanta borracha como Interlagos.
Assumindo que as condições de pista seca prevaleçam é necessário que macios ou médios sejam usados por ‘stint’ da corrida, que é marcada para ter 71 voltas.
Na ponta do pelotão Mercedes e Ferrari adotaram abordagens diferentes para o ‘stint’ inicial da corrida, fazendo diferentes escolhas de compostos para o Q2.
O pole Lewis Hamilton e o terceiro colocado Valtteri Bottas largarão com pneus supermacios enquanto Sebastian Vettel e o quarto colocado Kimi Raikkonen alinharão com os macios. Isto dá à Ferrari possibilidade de fazer um primeiro ‘stint’ mais longo, apesar do risco de perder posições por conta da menor tração oferecida pelo composto mais duro.
Os pilotos da Red Bull, Sauber, Romain Grosjean (Haas) e Pierre Gasly (Toro Rosso) largarão de supermacios enquanto os dez outros pilotos têm escolha livre entre os três compostos disponíveis.
A Pirelli espera que o ‘stint’ de pneus macios dure entre 32 e 36 voltas, antes de parar para os médios, e esta é a abordagem mais rápida.
Largando com os pneus supermacios e andando entre 25 e 30 voltas, antes de parar para calçar os médios, é também uma abordagem rápida.
Se as condições climáticas deixarem a pista mais quente, é possível que uma estratégia de duas paradas seja mais rápida, andando dois ‘stint’s de supermacios, entre 20 e 22 voltas, antes de calçar os macios pelo restante da corrida.
Confira os pneus disponíveis dentro da alocação para cada piloto no Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 de 2018:

