Embora já tenha manifestado o desejo de permanecer no calendário da F1, Hockenheim quer um acordo revisado, já que o circuito não está tendo apoio financeiro.
O contrato mais recente de Hockenheim para receber GPs de Fórmula 1 viu o circuito alemão entrar em um acordo de divisão de corridas com Nurburgring. Isso foi projetado para ajudar financeiramente as duas pistas.
Mas enquanto Hockenheim honrou sua parte do acordo, organizando corridas em 2014, 2016 e novamente este ano, a F1 correu pela última vez em Nurburgring em 2013.
O contrato de Hockenheim está querendo sua renovação, no entanto, o circuito vem tendo um enorme impacto financeiro nos últimos anos, levando a alegações de que não pode continuar assim.
O diretor de marketing da Hockenheim, Jorn Teske, disse que o circuito não entrará em um novo acordo com base nos termos do contrato existente.
“Pretendemos hospedar um GP no futuro e gostaríamos de tê-lo no futuro, mas o ponto principal é que não podemos prolongar nas condições atuais.
“Temos um circuito que não recebe nenhum apoio financeiro de ninguém, nem do estado, nem da região, nem das empresas, então temos que fazer e administrar tudo para nós mesmos.
“Tivemos alguns prejuízos no passado. Tivemos um contrato de 10 anos e cumprimos esse contrato, embora tivéssemos alguns anos melhores e alguns piores.
“Agora é a hora em que não podemos continuar da mesma maneira. Nós estamos muito, muito feliz de ter a F1 na Alemanha, não só para nós, mas especialmente para os fãs. Mas nós temos que mudar o básico.”
Teske gostaria de ver o novo contrato de Hockenheim que minimizasse as chances de prejuízo. “No momento estamos sempre falando sobre as taxas, e então nos perguntaram o valor que queríamos pagar para sediar a corrida?
“Esta não é a questão, porque achamos que devemos reestruturar o modelo de negócios. Isso poderia ser um aluguel da pista (pela F1 ou por promotores terceirizados), ou poderia ser um compartilhamento de receita e custos.”
