A aposentadoria de Felipe Massa no final da temporada passada só aconteceu porque a Williams não podia pagar para mantê-lo, de acordo com o ex-diretor técnico da equipe, Pat Symonds.
Massa anunciou sua aposentadoria no ano passado no GP da Itália e a Williams posteriormente anunciou que Lance Stroll iria tomar o seu lugar. A carreira de Stroll foi financiada por seu pai bilionário.
No entanto, a repentina aposentadoria de Nico Rosberg no final do ano levou a Williams a ceder Valtteri Bottas para a Mercedes, contrinuindo para Massa continuar sua carreira.
Symonds, que deixou a equipe em dezembro antes do retorno de Massa, anunciou à revista ‘F1 Racing’ que ele insistiu com a equipe para manter a estabilidade em sua lista de pilotos devido às novas regras técnicas introduzidas este ano.
“Quando eu estava lá, estava convencido de que, quando cruzamos com um novo conjunto de regras, era importante estabilizar o restante”, disse ele.
“Em um mundo ideal eu teria mantido ambos os pilotos, mas os orçamentos na época não suportavam isso. A Williams precisava pelo menos manter Valtteri.”
A equipe indicou que só estava preparada para liberar Bottas para a Mercedes porque Massa iria retornar.
“Para manter alguma continuidade, a única opção era trazer de volta o Felipe”, continuou Symonds. “Temos de lembrar que Felipe realmente não queria se aposentar, mas em 2016 a equipe não podia mantê-lo”, acrescentou Symonds.
