O diretor de corridas da FIA, Michael Masi, explicou por que os comissários do Grande Prêmio da Turquia tomaram a decisão de investigar a possível violação na saída do box de Max Verstappen após a corrida, e não durante as 58 voltas.
As investigações pós-corrida são iniciadas apenas quando mais evidências são exigidas ou quando os comissários consideram prudente falar com o (s) piloto (s) envolvido (s), antes de decidir se devem aplicar uma sanção.
Para questões que são, em teoria, ‘mais fáceis’, como velocidade no pit lane, ignorar bandeiras azuis, ou cruzar a linha branca na saída do pit, há uma expectativa de que as decisões sejam tomadas durante a corrida.
Masi, no entanto, explicou que para os comissários do Istanbul Park, incluindo o ex-piloto da F1 Derek Warwick, não era um caso claro sobre penalizar o piloto da Red Bull.
“Eu não investigo as questões”, disse Masi. “Obviamente, os comissários investigam e eu sei que, para alguns deles, eles queriam mais evidências antes de tomar uma decisão, então, com base nisso, os adiaram para depois da corrida.”
“Os comissários pegaram todas as filmagens disponíveis que existiam, incluindo uma série de ângulos que não foram transmitidos e estavam disponíveis após a corrida, e determinaram que nenhuma ação adicional era necessária e que não houve violação.”
Com a decisão, Verstappen manteve a sexta posição, que não é nem de longe o resultado que ele ou a red Bull esperavam para o GP da Turquia.
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