Relatos afirmam que a Maserati pode retornar à Fórmula 1 no próximo ano, assumindo a Haas já na semana que vem.
Sergio Marchionne, CEO da Ferrari e e da matriz da Maserati, a Fiat Chrysler Automobile, quer trazer de voltar a marca para as corridas de Fórmula 1 depois de quase 60 anos.
Falando ao ‘PlanetF1’ após o acordo da Alfa Romeo-Sauber, Marchionne insinuou que a suas ambições na Fórmula 1 não tinham chegado ao fim.
“É possível que o acordo com a Haas se transforme em algo diferente do que temos hoje? A resposta é potencialmente sim”, disse ele.
“Mas estamos muito longe de uma resolução sobre esse assunto, mas é possível. Veremos, o tempo dirá”.
O acordo daria a Haas, a única equipe americana do esporte, seu primeiro grande patrocinador depois de dois anos com recursos próprios, com a Maserati pagando 20 milhões de euros por temporada para a Haas.
Se concretizado, a Maserati-Haas seria a quarta equipe “italiana” no grid da Fórmula 1 de 2018 embora apenas Toro Rosso e Ferrari tenham sua sede no país.
A marca tem um passado glorioso na Fórmula 1, com o lendário Juan Manuel Fangio ganhando seu último campeonato em 1957.
Venceu nove vezes em 70 corridas e subindo 28 vezes ao pódio com seus pilotos,sua última vitória foi com Fangio na Alemanha, em 1957 a bordo da Maserati 250F.
A última participação oficial da Maserati na F1 foi como fornecedora de motores para a britânica Cooper, cujo V12 Cooper-Maserati T81 ganhou os GPs do México e da África do Sul com John Surtees e Pedro Rodriguez em 1966 e 1967.
