Charles Leclerc, novato na Fórmula 1 e estreante na Sauber, admitiu que os resultados do colega de equipe, Marcus Ericsson, vêm surpreendendo e o colocando uma carga de responsabilidade extra, em nível de performance.
Leclerc, campeão da Fórmula 2, está iniciando seu primeiro ano na categoria, enquanto Ericsson está em sua quinta temporada na F1 e seu quarto ano na Sauber. Ericsson marcou os primeiros pontos da Sauber na temporada, no GP do Bahrein, saindo da 17ª posição e chegando em nono, superando os resultados de Leclerc nas duas primeiras corridas de 2018.
“Ele é um piloto muito bom. Tem uma má reputação, mas não acho que mereça de todo. Em Melbourne e no Bahrein, ele foi muito rápido e foi difícil para mim. Mas eu posso aprender muito com ele. Isso é bom, e espero que continue assim”, disse Leclerc à “Autosport”.
Neste ano, Ericsson adotou um rigoroso plano de dieta, passou os meses de janeiro e fevereiro na Espanha com seu treinador e elaborou um plano para perder peso sem comprometer a força.
Ericsson, que é também um dos pilotos mais altos do grid, falou sobre as características, que segundo ele não contribuem na pilotagem: “Toda a minha carreira na Fórmula 1 tive o peso como desvantagem em relação aos meus colegas de equipe. É difícil enfrentar o adversário, você tenta dizer isso às pessoas, mas elas não levam isso em conta.”
“Charles é o companheiro de equipe mais forte que eu já tive. Ele é muito, muito rápido, mas eu sinto que tenho melhorado muito”, disse Ericsson.
Este ano, ambos os pilotos contam com o carro da Sauber atualizado, agora com os motores Ferrari de acordo com a temporada vigente e com o aporte crescente da Alfa Romeu, parceira principal da equipe.
