As equipes de Fórmula 1 enfrentarão um desafio para igualar os tempos de pit-stop do ano passado com os pneus mais largos de 2017.
Os pneus desta temporada – 60mm mais largos na dianteira e 80mm na traseira – criam complicações com seu peso extra e aros mais profundos.
A Williams foi a referência em termos de pit-stops no ano passado, produzindo as paradas mais rápidas em 11 dos 21 GPs – incluindo o recorde de 1.92 segundos em Baku.
Steve Nielsen, diretor esportivo da Williams, disse que a equipe projetou novos equipamentos para as mudanças e começou a treinar com um carro de 2016 utilizando rodas mais pesadas no ano passado antes dos pneus definitivos de 2017 serem lançados.
“Um pit-stop da Williams envolve 34 ações, então 34 coisas têm de acontecer no espaço de dois segundos”, declarou Nielsen ao site ‘Autosport’. “Se uma dessas coisas der errado, há um atraso no pit-stop. Das 34 ações, 12 são afetadas pelas rodas maiores e mais pesadas”.
“Por exemplo, a porca de roda, particularmente nas traseiras, está mais para dentro, portanto o acesso é mais difícil para o mecânico. Há um grau de mudanças no equipamento e na técnica que precisou ser desenvolvido para lidarmos com isso”.
