Muitas pessoas ficaram satisfeitas com o fato de que o Grande Prêmio da Holanda está de volta ao calendário da Fórmula 1 em 2021, mas há um país que as pessoas estão menos inclinadas a comemorar sua inclusão no calendário: a Arábia Saudita. Jan Lammers abordou essa situação difícil.
O fato de a Fórmula 1 ir para a Arábia Saudita não foi uma surpresa, porque a F1 anunciou o novo grande patrocinador a Aramco. A estatal petrolífera da Arábia Saudita foi um primeiro passo para o país que, segundo a Anistia Internacional, persegue pessoas por defenderem os direitos humanos, e é um país onde as mulheres ainda não têm direitos iguais.
“Há muito trabalho a ser feito para realizar a corrida. Principalmente na Arábia Saudita, dada a situação lá. Sempre achei difícil me envolver politicamente no esporte. Como colunista, pessoalmente tenho uma visão dupla sobre isso. Esse tipo de corrida é especialmente uma oportunidade para os adversários chamarem a atenção para suas objeções”, disse Lammers que além de ex-piloto da F1, é o diretor de esportes do GP da Holanda, em sua coluna para o De Telegraaf.
“Você frequentemente vê que esses tipos de grandes eventos esportivos melhoram a situação em todos os tipos de áreas em um país, então vamos esperar que seja o mesmo neste caso. É bom estarmos falando sobre isso e que alguns problemas sejam evidenciados. E que essa atenção possa contribuir para uma solução”, concluiu.
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