Robert Kubica acredita que sua equipe Williams tem problemas “ainda maiores”, que estão sendo destacados pela pista de Mônaco.
Kubica estava a quatro segundos fora do ritmo com sua Williams na quinta-feira, um décimo mais lento que seu companheiro de equipe George Russell.
O polonês, que está retornando à cena onde conseguiu terminar no pódio duas vezes na primeira parte de sua carreira na Fórmula 1, disse que o principal ponto positivo é que as voltas iniciais não foram “muito ruins”.
“Com a falta de aderência que temos, e lutando contra a força geral do carro, Mônaco não é o lugar mais fácil de pilotar”, disse Kubica ao site Motorsport.com.
“Infelizmente o sentimento não é grande, o que foi previsto. Você espera por uma boa surpresa, mas não há milagres. Quando você não tem aderência geral, em Mônaco ele destaca ainda mais, e isso torna mais difícil acelerar o carro e ter confiança suficiente para poder conseguir algo mais”, finalizou.
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