Kimi Raikkonen registrou uma queixa policial na cidade canadense de Montreal, na última segunda-feira (28), alegando que está sendo chantageado por uma mulher local.
De acordo com o jornal canadense “La Presse”, uma mulher de 20 anos – que não teve sua identidade divulgada – afirma que estava trabalhando no bar “Velvet Speakeasy” de Montreal em 2016, quando o piloto da Ferrari a assediou.
A mulher afirma que Raikkonen a agarrou em seu seio, enquanto um colega do piloto a tocou nas suas partes íntimas. Em troca de seu silêncio, ela teria exigido uma quantia com um valor entre “sete dígitos”, segundo uma fonte que contou a história ao La Presse.
Em um blog, a suposta vítima denunciou o abuso sexual sofrido, mas não divulgou o nome do piloto, escrevendo as seguintes frases: “Eu terminei de te proteger. Eu não fiz nada de errado naquela noite, foi você quem agiu mal. E agora eu vou pegar você. Usarei meu poder e você sofrerá as consequências de suas ações. Sua equipe foi notificada. Eu vou fazer você cair e o mundo inteiro vai testemunhar isso.”
Há algumas semanas, a equipe jurídica canadense de Raikkonen recebeu uma notificação formal do advogado da suposta vítima.
“Pedidos foram feitos pela senhora através de um advogado. Nosso cliente nega tudo o que é alegado e considera que o que ela faz é ilegal”, disse Mathieu Piché-Messier, que representa o piloto finlandês.
“Nosso cliente acha tudo isso absurdo. Para ele, é importante que a luz seja colocada ao caso”, continua Piché-Messier.
Os representantes legais de Raikkonen, portanto, organizaram a apresentação de uma queixa formal à polícia. Os investigadores receberam o registro e a envolvida também terá a oportunidade de apresentar sua versão dos fatos, sobre as acusações ao piloto.
O caso chega à tona a pouco mais de uma semana para o GP do Canadá de Fórmula 1.
