Embora esteja distante do paddock do Campeonato Mundial de Endurance (WEC), Max Verstappen tem sido assunto constante entre equipes e pilotos da categoria. Durante a etapa de abertura da temporada, com as 6 Horas de Ímola, o nome do holandês voltou a circular com forçam sempre associado a elogios e expectativas.
Segundo o portal GPblog, o cenário que antes parecia improvável começa a ganhar forma: a possibilidade de Verstappen migrar, ainda que temporariamente, da Fórmula 1 para o WEC. Internamente, equipes da classe hypercar demonstram interesse claro em contar com o tetracampeão, caso ele decida fazer essa transição.

Esse movimento é impulsionado pelas recentes declarações do piloto, que tem criticado a Fórmula 1 enquanto demonstra entusiasmo pelas corridas de resistência, especialmente no circuito de Nordschleife, em Nürburgring. Mais do que falar, Verstappen tem participado desse tipo de evento, o que reforça sua ligação com o endurance.
Nos bastidores, há consenso de que ele se tornou um “embaixador” da modalidade. Um piloto do WEC, em off, afirmou que muitos fãs da Fórmula 1 passam a assistir às corridas de resistência por influência de Verstappen. O crescimento recente do WEC também favorece esse cenário. A categoria vem atraindo grandes montadoras, com McLaren e Ford confirmadas a partir de 2027. Com isso, aumenta a percepção de que a chegada de Verstappen poderia elevar ainda mais o interesse pelo campeonato.
Mesmo sem deixar a Fórmula 1, há quem defenda que a FIA e os organizadores do WEC considerem os interesses do holandês e de outros pilotos que têm explorado carros GT, como Lance Stroll.
