O piloto do carro médico da FIA, Alan van der Merwe, acredita que o esforço coletivo das inovações de segurança do esporte, contribuíram para garantir que Romain Grosjean não tivesse um destino mais sério após seu acidente no início do GP do Bahrein.
Grosjean foi engolfado pelas chamas depois de bater forte na barreira interna na saída da curva três, escapando com a ajuda de Van der Merwe e do Dr. Ian Roberts, bem como dos fiscais posicionados na área de serviço próxima ao local do acidente.
Quando questionado se foi um alívio ver o francês emergir dos destroços por conta própria, Van der Merwe disse: “Ainda não. Tivemos algum alívio quando chegamos nele e estava bem.”
“Foi muito impressionante. Isso só mostra que todos os sistemas que desenvolvemos, funcionaram em conjunto.”
“O halo, as barreiras, os cintos de segurança, tudo funcionou como deveria, e sem apenas uma dessas coisas, poderia ter sido um resultado muito diferente.”
Como em todas as corridas na F1, Van der Merwe e Roberts ficam posicionados na parte de trás do grid no carro médico da FIA, fazendo a primeira volta atrás do grid para lidar com qualquer possível acidente na primeira volta.
Van der Merwe revelou que “foi uma grande surpresa para nós”, e explicou como ele e Roberts lidaram com a situação.
“Nunca vimos tanto fogo. Em 12 anos, nunca vi tanto fogo e um impacto como aquele.”
“Demoramos um pouco para processar o que estava acontecendo. Tenho certeza de que foi apenas um segundo ou mais, mas pareceram séculos. Romain começou realmente sair do carro, o que é incrível depois de um acidente como aquele”, acrescentou.
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