Christian Horner disse que o crédito é para o motor Renault, após o sucesso da Red Bull no México. A equipe de bebidas energéticas assegurou sua dupla de pilotos na primeira fila na era do turbo híbrido no sábado, antes de Max Verstappen vencer o Grande Prêmio.
A Red Bull e a Renault vão se separar no final do ano após as temporadas de decepção. A equipe Red Bull, tem continuamente culpado o motor da Renault como a razão pela qual é incapaz de lutar consistentemente contra os concorrentes no campeonato, Mercedes e Ferrari.
A equipe tomou as penalidades de motor, em eventos anteriores em preparação para o México, que contribuiu junto com as grandes altitudes da Cidade do México. Com apenas duas corridas restantes com a parceria de longa data, Horner diz que o crédito é devido ao fabricante francês.
“Crédito onde o crédito é devido”, refletiu Horner. “A Renault nos forneceu um motor neste fim de semana nestas condições competitivas com nossos adversários. Fomos frente a frente com os rivais, ocupamos a primeira fila no grid, a pole position, a segunda posição, e vencemos o Grande Prêmio de forma dominante. Teoricamente, deveríamos ter tido uma dobradinha também”.
“A altitude deste circuito obviamente restringiu alguns de nossos rivais, e colocou a Renault em uma janela onde eles são competitivos. É por isso que colocamos muito foco nesta corrida, tomando as penalidades para conseguir outra especificação B para este fim de semana.”
No próximo ano, a Red Bull mudará para a Honda, que vem fornecendo motores para a equipe junior da Red Bull, a Toro Rosso, em 2018. A parceria foi razoavelmente bem-sucedida, com a Toro Rosso registrando oito finalizações entre os dez primeiros neste ano.
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