O recurso da Haas contra a exclusão de Romain Grosjean no Grande Prêmio da Itália foi rejeitado pelo Tribunal Internacional de Apelação da FIA.
Grosjean terminou em sexto no GP da Itália em setembro, mas a Renault apresentou um protesto baseado na legalidade do chassi do VF-18, em meio a alegações de que a Haas não cumpriu uma diretriz técnica.
A equipe americana salientou que não foi capaz de cumprir a diretiva a tempo para a etapa de Monza, tendo prometido fazer as mudanças em Cingapura, mas os comissários determinaram que essa não era uma razão “viável”.
Grosjean foi desclassificado dos resultados, com a Haas perdendo oito pontos e a rival Renault acrescentando mais dois, com Carlos Sainz promovido do nono para o oitavo lugar.
A Haas notificou sua intenção de recorrer do resultado logo após a notificação.
O Tribunal Internacional de Apelação da FIA reuniu-se em Paris na quinta-feira e sexta-feira e deu seu veredicto, apoiando a sanção inicialmente tomada pelos comissários do GP da Itália.
Isso significa que o resultado do Grande Prêmio da Itália agora é oficial. A decisão fortalece o domínio da Renault na quarta posição do mundial de construtores, tendo mantido a vantagem de 30 pontos sobre a Haas.
O resultado também é uma boa notícia para Sergey Sirotkin, da Williams, que mantém o ponto que ele herdou no 10º lugar, seu único resultado entre os 10 primeiros em sua campanha de estreia na Fórmula 1.
Uma declaração da FIA na sexta-feira anunciou que “somente a parte operacional da decisão foi notificada às partes. A decisão completa, incluindo os fundamentos, será notificada em breve”.
O chefe da Haas, Gunther Steiner, comentou que estava “desapontado” com o resultado, mas prometeu que a equipe “simplesmente seguirá em frente nas duas últimas corridas do ano”.
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