Romain Grosjean disse que não há metas de desempenho, que ele precise atingir, para conseguir uma extensão de contrato com a Haas.
Grosjean tem sido culpado por consecutivos abandonos de prova, em Baku e Espanha, e tem uma penalidade de grid de três lugares para enfrentar este fim de semana, por causar uma colisão no último GP. O francês ainda não marcou nenhum ponto nesta temporada, enquanto o colega de equipe, Kevin Magnussen, mostrou ser muito competitivo, conquistando todos os pontos do time americano até o momento.
Apesar disso, os chefes da Haas disseram que o futuro de Grosjean, com a equipe, não está sob ameaça nesta fase. O francês também se diz razoavelmente relaxado com a situação: “Eu não tenho pensado muito nisso”, disse Grosjean à publicação indiana “Firstpost”.
O piloto acrescenta que não precisa atingir nenhum alvo específico, para ficar com a equipe americana: “Não, eles sabem o que posso fazer e sei o que podem fazer. Fui o primeiro a participar do projeto Haas. Eu pude ver então que era uma abordagem muito diferente e inteligente para a F1 e que isso poderia funcionar”, respondeu Grosjean.
O francês também não fez segredo, do fato de que seu sonho seria pilotar pela Ferrari, mas ele acredita que seus comentários levaram a muita mídia sobre os objetivos.
“Foi muita conversa de mídia. Eu não pensei assim. Eu teria 30 anos e passaria toda a minha carreira em Enstone. Eu precisava ver um lugar diferente. Fui o primeiro a me juntar à Haas com a visão de que ajudaria a equipe a alcançar seus muitos primeiros marcos – algo bastante singular”, disse o piloto da Haas.
