GP São Paulo de F1 terá reciclagem do óleo lubrificante usado pelas equipes

Pelo segundo ano consecutivo, o GP São Paulo de F1 terá a coleta do óleo lubrificante usado dos carros de todos os pilotos. O evento acontece nos dias 3, 4 e 5 de novembro.

O OLUC, como é conhecido, é aquele óleo preto que sai das máquinas e motores quando é feita a troca do óleo. Se ele for descartado de maneira incorreta, pode se tornar um risco para o meio ambiente e para a saúde, por conta do alto poder de contaminação do solo, da água e do ar. Segundo a AMBIOLUC, entidade que representa o setor, um único litro de óleo lubrificante usado é capaz de contaminar 1 milhão de litros de água.

A lei brasileira prevê* que todo OLUC deve ser coletado e destinado para o rerrefino, uma espécie de reciclagem do material, que faz com que ele se transforme e seja vendido novamente no mercado como óleo puro, transparente e de ótima qualidade para a produção de lubrificantes.

Como funcionará no GP São Paulo de F1

O projeto prevê a instalação de tambores na área de boxes, para a coleta do óleo lubrificante usado das escuderias, durante todo o período da etapa brasileira. A equipe Lwart é responsável pelo manuseio, armazenagem e transporte à fábrica da empresa localizada em Lençóis Paulista/SP, uma das plantas mais modernas do mundo para rerrefino de óleo lubrificante usado.

Com isso, o destino correto desse resíduo está garantido e o GP São Paulo de F1 recebe o Certificado de Destinação Final, documento de valor legal que assegura a conformidade com as normas ambientais.