Gasly conta experiência de viagem a Ugunda em busca de patrocínio

Pierre Gasly contou um fato diferente após o final da temporada. O piloto de 25 anos estava procurando patrocínio há cinco anos para correr pela Prema na GP2, e parecia tê-lo encontrado com um empresário de Uganda. Gasly marcou uma reunião, mas tudo foi muito diferente do que esperado.

Aos dezenove anos o francês viajou para o país africano para as reuniões. “Fui encontrar uma pessoa que disse que queria me ajudar. Decidi ir, embora houvesse uma ameaça de agitação social, pois era no meio do período eleitoral lá.”

O tal patrocinador, entretanto, nunca apareceu, foi um vôo de doze horas para nada. Gasly não recebeu nenhum dinheiro e teve que voltar para casa. “O que mais me chocou na viagem foi ver a pobreza e as condições de vida naquele país. Viemos por áreas que pareciam favelas”, disse ele ao La Gazzetta dello Sport. “Foi uma experiência que me fez perceber como é a situação em alguns lugares do mundo e como a pobreza atinge algumas pessoas.”

Em Uganda, há muitos fraudadores ativos e, embora Gasly não tenha sido enganado, ele teve que pagar pelo tempo e esforço que despendeu para ir para o país. Gasly acabou conseguindo correr na GP2 naquela temporada, inclusive tendo se tornado campeão com uma vantagem de oito pontos sobre Antonio Giovinazzi que corria na categoria na época. No ano seguinte, após uma passagem pela Super Fórmula Japão, ele começou a correr na F1 pela Toro Rosso no GP da Malásia.

 

 

 

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