Fórmula 1 quer motores mais leves para 2021

O peso surgiu como um fator importante à medida que a Fórmula 1 se prepara para mudar sua “fórmula de motor” para depois de 2020.

A próxima reunião do grupo de trabalho do motor acontecerá nesta terça-feira, e segundo relatos, a unidade provável para o futuro será um V6 de 1,6 litros com dois turbos e um único KERS.

“Eu acredito que fizemos uma proposta razoável”, disse o chefe da Renault, Cyril Abiteboul, à revista alemã ‘Auto Motor und Sport’.

Acredita-se que todas as fabricantes de motores já envolvidas na F1 e, potencialmente, outras interessadas ​​em se juntar para além de 2020, querem que as próximas unidades sejam de 1000 cv, mais barulhentas, mais simples e mais baratas.

“Estamos abertos à tecnologia”, prosseguiu Abiteboul, “mas não se deve impedir que alguém vença. Isso não é bom para a melhor fabricante nem a pior. O motor deve fazer a diferença, mas precisamos de um mecanismo relevante para o esporte. Precisamos de eletrificação, mas também de um melhor equilíbrio entre o peso do motor e a potência”.

Na verdade, conforme se acredita, a simplificação dos elementos “híbridos” das unidades de potência atuais tornará os motores seguintes mais leves, e também é por isso que uma mudança para a tração nas quatro rodas foi descartada.

Abiteboul concorda: “A tração nas quatro rodas não é uma boa ideia porque significa mais peso. O problema com a eletrificação é que é fica pesado, e isso reduz a eficiência. Devemos encontrar um meio termo. Híbrido sim, mas não muito”.



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