Andrew Green, diretor técnico da Force India, disse acreditar que é absolutamente claro que o carro da Haas não estava dentro dos regulamentos em Monza. Grosjean terminou em um brilhante sexto lugar, mas depois de um protesto de seus rivais mais próximos, a Renault, a equipe foi investigada e desclassificada da corrida.
A equipe foi desqualificada devido a uma violação de uma nova diretriz técnica dada a todas as equipes, em relação ao piso do carro, e foi dado até Monza para que a equipe se adaptasse. No entanto, a Haas aparentemente afirmou para a FIA, que eles não poderiam fabricar a nova peça a tempo, e que eles a teriam no carro em Cingapura.
A Haas lançou uma apelação sobre a desqualificação, e o chefe da equipe Gunther Steiner, disse que havia uma chance de 50% de vitória, devido à alegação da equipe de que a Renault quebrou um acordo de cavalheiros ao protestar, o que estaria de acordo, devido à sua incapacidade de produzir a nova peça a tempo para a corrida.
Green disse ao Crash.net: “Havia uma diretriz técnica da FIA, dizendo a todos, não apenas à Haas, esses são os regulamentos, e você precisa obedecê-los”.
“Esse é um cenário completamente diferente de pensar que alguém está ilegal e, em seguida, fazer algo sorrateiro com eles no final de uma corrida, o que tende a não acontecer. Nós tendemos a conversar com a FIA, a FIA vai falar com a equipe, e eles vão resolver isso”.
“Mas, quando você recebe uma diretriz da FIA, você a segue, senão você acaba sendo excluído. Isso foi o que aconteceu. Não é um acordo de cavalheiros. É para isso que os regulamentos estão lá”, finalizou.
