As críticas de vários chefes de equipe e fãs da F1 não passaram despercebidas pela FIA. A saída da Honda expõe um doloroso problema no esporte.
Vários chefes de equipe e observadores da F1 já criticaram a política de motores da FIA. É muito caro e complexo desenvolver um motor, e portanto, nenhum novo fabricante deseja entrar no esporte. A FIA respondeu a estas críticas e agendou uma reunião de emergência na segunda-feira após a corrida em Portimão, informou o Auto, Motor, und Sport.
“A decisão da Honda pressiona a FIA e a Liberty Media para apresentarem um plano B”, explicou o site alemão. “Mas com os motores atuais isso não é possível. É por isso que os chefes das equipes vão se reunir depois da corrida de Portimão. Durante este encontro vai haver uma discussão sobre a estratégia de curto prazo da Fórmula 1. O objetivo final é encontrar uma solução para o problema com os fornecedores de motores que o esporte enfrenta agora.”
Existem duas opções. “Os chefes das equipes podem optar por introduzir uma tecnologia completamente nova. Seria adaptada às necessidades da produção em larga escala. Isso potencialmente atrairia os fabricantes para o esporte. A alternativa é uma unidade de potência mais simples em 2023, que pode ser introduzida também como biocombustível. Isso vai garantir que o esporte possa finalmente se mover na direção sustentável que quer adotar”.
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