O CEO da Ferrari, Louis Camilleri, revelou que a Scuderia ainda está longe de concordar com um novo acordo para a Fórmula 1, após 2020.
Camilleri, 63 anos, assumiu a Ferrari após a morte de Sergio Marchionne, e o falecido Marchionne, alertou a Liberty Media que se eles não fizerem as mudanças necessárias, a assinatura da Scuderia não estará garantida.
“As discussões estão em andamento em relação aos aspectos técnicos, financeiros e de governança”, explicou Camilleri à La Gazzetta dello Sport. “Acreditamos que há um consenso básico sobre os principais objetivos que definirão o futuro, mas a visão precisa, de como chegar lá, ainda está muito distante”.
“O progresso foi feito, mas ainda estamos longe de um acordo que inclua tudo e possa ser assinado por todos os participantes”.
“Continuo otimista de que um acordo será alcançado a tempo, mas gostaria de acrescentar que, como Ferrari, continuamos a insistir que não pode ser em detrimento da F1, como a principal competição técnica no automobilismo”.
“Há conflitos de interesse óbvios”, acrescentou o CEO da Ferrari. “A Liberty quer ganhar mais dinheiro e as equipes também, então estamos todos esperando um pouco”, concluiu Camilleri.
