F1: Wolff vê potencial para recuperações rápidas de algumas equipes

Toto Wolff, chefe da Mercedes, usou o exemplo da McLaren para destacar como rapidamente uma equipe pode se recuperar e se tornar competitiva em um ciclo de regulamentos na Fórmula 1. O dirigente austríaco mencionou a McLaren, que, após anos de dificuldades, ‘ressurgiu como uma fênix’ em 2024, se estabelecendo como uma das equipes mais fortes do grid.

Falando sobre as implicações do limite de custos e a proximidade entre as equipes no final de 2025, Wolff concordou com Fred Vasseur, chefe da Ferrari, que afirmou que a F1 moderna permite uma convergência das equipes ao longo dos anos, com menos de um segundo separando todo o pelotão. Segundo Wolff, mesmo com grandes equipes mantendo uma vantagem, a mobilidade no grid é evidente, com equipes do pelotão intermediário podendo ser competitivas em apenas seis meses.

George Russell (GBR) Mercedes AMG F1 W16 leads at the start of the race.
Foto: XPB Images

“A McLaren esteve realmente lutando por alguns anos, mas em poucos GPs, a equipe se reergueu como uma fênix e passou a conquistar campeonatos”, afirmou Wolff, destacando que a Fórmula 1 oferece oportunidades iguais para todos. Ele acrescentou que uma equipe que hoje está no meio do pelotão, como Haas ou Alpine, pode estar em uma posição completamente diferente dentro de pouco tempo.

Wolff acredita que, Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull Racing, são as equipes estarão entre as principais na luta por posições de destaque na temporada de 2026, enquanto as outras terão a oportunidade de se destacar na disputa no pelotão intermediário, com alguns times podendo surpreender.