A Mercedes chega ao GP da Itália de Fórmula 1, em busca de um final de semana mais consistente do que o vivido em Zandvoort. O chefe da equipe Toto Wolff, destacou que apesar dos incidentes, a equipe mostrou ritmo competitivo e tem condições de brigar mais à frente em Monza.
“Vamos para Monza com o objetivo de ter um fim de semana mais consistente e direto do que em Zandvoort. Em alguns momentos, mostramos bom ritmo para lutar pelo pódio”, afirmou Wolff.
O dirigente elogiou o desempenho de seus pilotos na Holanda, apesar das dificuldades: “Mesmo largando em P11, Kimi (Antonelli) avançou bem no pelotão e, se não fosse o contato com (Charles) Leclerc, provavelmente teria condições de desafiar os da frente nas voltas finais. Para George (Russell), a corrida também foi comprometida por um incidente com a Ferrari. Ainda assim, ele fez um ótimo trabalho ao conquistar um quarto lugar, mesmo com danos significativos no assoalho”, disse ele.

Agora, a equipe se concentra em um dos finais de semana mais especiais da temporada: “O GP da Itália tem uma atmosfera única. Está presente em todos os calendários desde 1950 e carrega um peso histórico como poucos eventos. Este ano será ainda mais especial, já que pela primeira vez em setenta anos, teremos um italiano correndo pela Mercedes em Monza”, disse Wolff, em referência a Antonelli.
Para o jovem piloto, será uma corrida em casa, mas o chefe garante que isso não vai afetar sua postura: “Será emocionante para ele, mas sabemos que seu foco estará 100% em fazer o trabalho na pista”, acrescentou.
Wolff também fez questão de lembrar que a disputa segue acirrada no campeonato: “O equilíbrio atrás da McLaren é muito apertado e teremos que estar no nosso melhor nível para continuar reduzindo a diferença para o segundo lugar no campeonato de construtores”, finalizou o chefe da Mercedes.
