Toto Wolff, chefe da Mercedes, recentemente explicou sobre o rompimento entre Mercedes e Aston Martin. A equipe liderada por Lawrence Stroll decidiu romper sua parceria com a fabricante alemã na Fórmula 1 para fechar um acordo com a Honda em 2026, decisão que agora enfrenta dificuldades na pista. Enquanto isso, a Mercedes domina o início da temporada 2026, conquistando dobradinhas nas duas primeiras corridas, com o motor aliado ao chassi W17 mostrando-se o mais competitivo do grid.
“A Aston Martin era cliente e parceira da Mercedes durante todos esses anos… acho que foi uma decisão consciente deles de se tornarem uma equipe de fábrica, com a Honda, com a parceira deles Aramco”, disse Wolff durante o GP da Austrália.

Na equipe britânica, vibrações extremas no motor chegam a colocar os pilotos Fernando Alonso e Lance Stroll em risco. Sobre a decisão de deixar a Mercedes, o chefe técnico Adrian Newey comentou: “Acho que estamos onde estamos com a Honda. Nosso foco agora é trabalhar com eles para chegar à melhor posição possível… esta temporada é superar o problema de vibração e, depois, ver quanta performance podem adicionar.”
Newey também destacou a necessidade de olhar para 2027: “A Honda precisa começar a trabalhar no motor do próximo ano, porque será necessário um grande avanço na potência do motor de combustão.”
A Aston Martin apresentou problemas nos GPs da Austrália e da China, com Fernando Alonso abandonando a corrida em Xangai após dores e sensibilidade nos nervos.
