A Williams anunciou a entrada do Barclays como novo patrocinador da equipe, marcando o fim da parceria com o banco espanhol Santander, que tinha ligação direta com Carlos Sainz, embaixador da marca. A equipe definiu o acordo como a união de ‘ícones britânicos’, destacando o alinhamento com uma empresa do Reino Unido.
Sediada em Grove, a Williams optou por substituir o antigo patrocinador por uma instituição bancária com raízes britânicas. Essa decisão também carrega um significado histórico para a equipe, já que o Barclays foi responsável, no passado, pela gestão financeira da Williams e de seu fundador, o falecido Sir Frank Williams.
O chefe da equipe, James Vowles, celebrou o anúncio e destacou a importância estratégica do acordo em um momento decisivo para a Fórmula 1: “Estamos muito felizes em dar as boas-vindas ao Barclays no esporte como Parceiro Bancário Oficial da Atlassian Williams F1 Team. Enquanto nos preparamos para uma das mudanças de regulamentos mais significativas da história da Fórmula 1, estamos prontos para aproveitar as oportunidades dessa nova era junto com o Barclays, à medida que seguimos investindo para o sucesso de longo prazo”, disse ele.

A Williams classificou o acordo como uma parceria global, vista internamente como uma notícia positiva após semanas de especulações e dificuldades nos bastidores. Recentemente, a equipe esteve no centro de rumores sobre reprovação em testes obrigatórios de impacto da FIA e problemas relacionados ao peso do novo chassi do FW48.
Em meio a esse cenário, a Williams decidiu não participar do teste de pré-temporada em Barcelona na semana passada. Diante das informações que circularam, Vowles se pronunciou e confirmou que, após um shakedown privado, o novo carro estará presente nos testes oficiais no Bahrein, programados para a próxima semana e também na seguinte.
