Williams estará entrando na nova temporada da Fórmula 1 com uma nova tática. A equipe já admitiu que não estará no pelotão principal do grid, mas espera evitar as últimas filas com mais downforce e resistência ao vento.
O carro da Williams para 2021 rodou seus primeiros metros no circuito do Bahrein na semana passada com George Russell ao volante. Russell estabeleceu um forte tempo de 1:30.117, apenas um décimo de segundo mais lento que o campeão Lewis Hamilton.
A Williams não tem ilusões de que pode competir na frente, mas com as novas táticas para a nova temporada, a equipe espera não ocupar mais as últimas colocações. É justamente essa a expectativa de George Russell, que contou um pouco à Auto und Motorsport sobre suas voltas de teste.
“Não tivemos problemas técnicos. Essa é uma boa base. Na Áustria no ano passado, no início da temporada, onze carros cruzaram a linha de chegada. Se algo assim acontecer novamente, há uma boa chance de estarmos lá.”
“Trocamos downforce por sensibilidade. Cada equipe tem uma filosofia. Basicamente, existem duas opções: Um mapa plano com pressão de contato mais uniforme na curva com menos deflexão para cima e para baixo, ou então mais downforce no topo, tornando o carro mais extremo em certas condições.”
As rodadas de teste sem problemas do inglês significam que ele tem grandes esperanças para a próxima temporada, com o objetivo de marcar pontos para a Williams.
O carro da Williams recebeu alguns ajustes importantes para a próxima temporada. A força descendente do carro foi aumentada, mas para isso, outros elementos tiveram que ser comprometidos. Como resultado, o carro é muito mais sensível ao vento vindo da direção errada. Então, Russell pode ter uma jornada difícil caso o clima “jogue contra” a equipe. Russell já percebeu durante os testes que isso terá um papel importante no sucesso da Williams em 2021.
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