F1: Verstappen diz não precisar de compaixão e fala sobre possível aposentadoria

Max Verstappen vive um dos momentos mais difíceis de sua carreira na Fórmula 1, mas deixou claro que não quer compaixão por esse motivo. O piloto da Red Bull Racing afirmou que ficará bem independentemente do futuro, mesmo diante de um início de temporada complicado e da possibilidade de aposentadoria.

Após três etapas, o tetracampeão ocupa apenas a nona posição no campeonato, ainda sem terminar entre os cinco primeiros. Com apenas doze pontos marcados, o holandês vive uma situação incomum, ficando atrás de nomes como Pierre Gasly, da Alpine, e Oliver Bearman, da Haas.

O desempenho discreto inclui um sexto lugar no GP da Austrália e um oitavo no GP do Japão. Na China, Verstappen não marcou pontos após ficar fora da zona de pontuação na corrida Sprint e abandonar no GP devido a um vazamento no sistema de arrefecimento.

Além dos resultados fracos, o RB22 tem se mostrado difícil de pilotar, agravando a frustração do piloto. Desde os testes de pré-temporada, Verstappen tem criticado abertamente as novas regras técnicas da Fórmula 1, chegando a afirmar que não aproveitou uma única volta com os novos carros.

Max Verstappen (NLD) Red Bull Racing RB22.
Foto: XPB Images

Em entrevista à BBC Sport, o holandês afirmou que precisa se forçar a dar 100% em algumas situações, algo que classificou como ‘não muito saudável’. O piloto também voltou a mencionar a possibilidade de deixar a categoria, com uma eventual saída no fim de 2026 surgindo como opção.

Verstappen destacou que tem outros projetos fora da Fórmula 1, especialmente ligados às corridas de GT: “Tenho muitos outros projetos pelos quais sou apaixonado. As corridas de GT3, não apenas correndo, mas também com a equipe. É muito bom construir isso e quero expandir nos próximos anos”, disse ele.

O holandês também ressaltou que continuará ativo mesmo fora da F1: “Não é como se eu parasse aqui e não fosse fazer nada. Sempre vou me divertir, e também vou me divertir em muitas outras coisas na minha vida”, acrescentou.

Apesar do momento difícil, Verstappen garantiu que não precisa de compaixão: “É um pouco triste que estejamos falando disso, mas é o que é. Vocês não precisam sentir pena de mim. Vou ficar bem”, disse, sugerindo ainda que mudanças nas regras da Fórmula 1 podem influenciar sua decisão sobre o futuro. “Eles sabem o que fazer”, encerrou.



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