A Fórmula 1 expôs mais uma vez as dificuldades da equipe no GP do Japão 2026, com Max Verstappen ficando fora do Q3 e largando apenas em 11º. O holandês destacou problemas recorrentes no carro e afirmou que ainda há muito a ser entendido antes da corrida.
O desempenho irregular ao longo do fim de semana culminou em uma classificação complicada, marcada por falta de confiança no comportamento do carro.
“Tivemos vários problemas durante todo o fim de semana, então precisamos entender por que a classificação foi tão difícil de pilotar”, disse o piloto.
Verstappen apontou dificuldades específicas no equilíbrio do carro, especialmente nas curvas. “Tivemos muita dificuldade com escorregamento e na hora de fazer o carro virar no meio da curva, com bastante subesterço. Há muitas coisas para analisar”, explicou.
Apesar de uma leve melhora no TL3, os problemas retornaram na classificação. “No TL3 foi um pouco melhor, mas voltamos a ter dificuldades no Q3. Às vezes o carro é mais previsível, outras não, e isso torna tudo mais complicado”, acrescentou.

O piloto afirmou que será necessário um trabalho detalhado com os dados antes da corrida. “Precisamos avaliar tudo com calma. Há muito para analisar durante a noite”, disse.
O chefe da equipe, Laurent Mekies, reforçou que os desafios enfrentados não são novidade e já haviam sido vistos anteriormente. “Temos muito trabalho a fazer e estamos longe de onde queremos estar. Foi difícil para os dois pilotos”, afirmou.
Segundo ele, a prioridade agora é entender as limitações do carro e evoluir. “Alguns dos problemas são semelhantes aos que tivemos na China. Precisamos identificar as causas e encontrar soluções”, explicou.
Para a corrida e o restante da temporada, o foco está no aprendizado contínuo. “Vamos usar todos os dados possíveis e trabalhar no desenvolvimento. Pode levar tempo, mas o caminho é entender e voltar mais fortes”, concluiu Mekies.
