Andrea Stella, chefe da McLaren, destacou algumas áreas que podem ser determinantes para a evolução do desempenho na Fórmula 1 sob as novas regulamentações. Em uma análise sobre os primeiros passos da temporada, Stella indicou que, apesar de as mudanças ainda estarem em fase preliminar, o gerenciamento da nova unidade de potência e das opções ajustáveis pelo piloto, têm grande potencial para influenciar os resultados.
“Embora ainda sejam indicações muito preliminares, acredito que uma das áreas com grande margem para melhoria é o aproveitamento da nova unidade de potência e todas as opções que o piloto tem à sua disposição”, afirmou Stella em entrevista no site oficial da McLaren. Ele também mencionou a possibilidade de extrair mais desempenho através da gestão da configuração aerodinâmica variável, destacando a alternância entre os modos de curva e reta.
O dirigente ressaltou que a atual geração de carros da F1, está ainda nos primeiros estágios de desenvolvimento: “Essa geração de monopostos está em um estágio muito inicial de desenvolvimento. Quatro anos atrás, quando os carros de efeito solo estrearam, estávamos em circunstâncias diferentes, pois a unidade de potência e os pneus eram basicamente os mesmos do ano anterior”, afirmou Stella, contextualizando as diferenças nas condições atuais.

As declarações de Stella ecoam as palavras de Toto Wolff, chefe da Mercedes, que também expressou entusiasmo com as novas dinâmicas da unidade de potência e o papel mais importante que o piloto desempenha agora, na determinação do desempenho nesta temporada. Ambos concordam que em 2026, será fundamental a habilidade dos pilotos em explorar ao máximo os novos recursos tecnológicos à disposição.
Essa expectativa de evolução também reflete um período de adaptação para as equipes, com a McLaren se preparando para ajustar suas estratégias a fim de tirar o máximo proveito das novas possibilidades oferecidas pela nova regulamentação.
