F1: Russell minimiza impacto de nova regra da FIA nos motores

A nova política da FIA para ajudar fabricantes em dificuldade não preocupa George Russell. O piloto da Mercedes-Benz acredita que, mesmo com benefícios extras para concorrentes, as equipes mais eficientes continuarão na frente na Fórmula 1.

A categoria implementou o sistema chamado ADUO (Oportunidades Extras de Desenvolvimento e Evolução) para o início do novo ciclo técnico. A medida oferece mais liberdade de desenvolvimento às fabricantes com desempenho abaixo da referência estabelecida pela FIA, algo semelhante ao ATR, mecanismo já usado para equilibrar o desenvolvimento aerodinâmico entre as equipes.

George Russell (GBR) Mercedes AMG Formula One Team W17.
Foto: XPB Images

Russell destacou que a experiência recente da F1 mostra que vantagens regulatórias nem sempre mudam a ordem de forças. “Se você olhar para o regulamento aerodinâmico com o ATR do lado do chassi, isso ainda prova que a equipe com os engenheiros mais brilhantes e a melhor forma de trabalhar continua saindo na frente”, afirmou o britânico à imprensa, incluindo o RacingNews365.

O piloto reconheceu que qualquer equipe gostaria de ter mais recursos liberados para desenvolvimento. “Claro, nós adoraríamos ter mais tempo de túnel de vento, adoraríamos ter mais tempo de dinamômetro”, acrescentou Russell, indicando que o sistema pode ajudar, mas não garante vantagem competitiva definitiva.