F1: Russell descarta preocupação com velocidade de aproximação dos carros em 2026

George russell mostrou estar confiante com o rumo do novo regulamento para a Fórmula 1 em 2026. Inclusive, o piloto fez questão de descartar preocupações com relação à chance de grandes diferenças nas velocidades de aproximação entre os carros.

Para a nova era que a categoria mergulha neste campeonato, a potência agora é gerada em 50/50 no motor com a combustão interna e a potência elétrica. Portanto, as baterias podem gerar até 350kW de potência.

Entretanto, quando o suprimento se esgota, o carro passa a operar apenas com a combustão interna [ICE], o que pode provocar uma queda significativa na velocidade. Com isso, o adversário que está seguindo pode ser pego de surpresa durante o ritmo de corrida.

Mas apesar disso, Russel não acredita que isso será um problema nem em condições secas ou molhadas, como explicou.

George Russell (Mercedes) - Testes Barcelona F1 2026
Foto: Divulgação / Mercedes

“Vão existir alguns exemplos de grandes diferenças de velocidade de aproximação, mas não acho que isso será um problema em condições de pista seca. Não será um problema em corridas com baixa visibilidade; porém, se há baixa visibilidade, isso obviamente significa que a pista está molhada”, falou.

“E, quando você está pilotando no molhado, como contorna as curvas muito mais devagar e as distâncias de frenagem são maiores, você acaba recuperando muito mais energia e gastando bem menos. Então, ao longo de uma volta, você terá muito mais energia disponível para usar, e haverá menos reduções de potência — se é que isso faz sentido”, seguiu.

“Portanto, em condições de chuva, deve haver energia de sobra para ser utilizada ao longo da volta, e você não deveria ter essas grandes diferenças de velocidade de aproximação”, encerrou.



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