Nico Rosberg é apenas mais um dos tantos personagens que fizeram sua breve análise do regulamento da Fórmula 1. Apesar de exaltar a tecnologia, reconheceu que não vem com algumas ressalvas.
As primeiras três etapas da temporada 2026 provocaram uma série de críticas entre fã e especialmente os pilotos. Muitos apontam que as corridas não são mais naturais, especialmente as ultrapassagens, por conta da bateria e a falta de potência.
Para o campeão de 2016, a tecnologia aplicada é de fato importante, mas reconheceu que nem tudo é tão positivo por conta da drenagem de potência por conta da bateria.

“A Fórmula 1 está investindo na tecnologia mais relevante para a sociedade, então esta unidade de potência é provavelmente uma das mais eficientes do mundo”, disse ele.
“50:50, 50% de energia da bateria, isso é muita coisa. E também, como vocês sabem, os combustíveis são neutros em carbono. Biocombustíveis, combustíveis sintéticos, uma mistura dos dois. Então é um combustível neutro em carbono. Mas também há muitas críticas no momento, porque vocês puderam ver na última corrida, eles entram na reta, fazem a curva a toda velocidade e precisam reduzir a marcha depois da curva, ainda na reta, porque a energia da bateria acaba”, completou.
