F1: Relação difícil com Binotto pode ter motivado saída de Wheatley da Audi

Jonathan Wheatley anunciou nesta sexta-feira (20), sua saída da Audi após apenas um ano no cargo de chefe de equipe, e segundo o site GPblog, a relação conturbada com Mattia Binotto, COO e CTO do time alemão, foi um dos principais fatores que motivaram essa decisão.

Embora a Audi tenha iniciado sua trajetória na Fórmula 1 com ambições claras e realistas, Wheatley optou por deixar a equipe suíça para buscar novos desafios, possivelmente na Aston Martin. O britânico, que trabalhou por mais de duas décadas na Red Bull Racing, volta a se aproximar de casa, com a possibilidade de retornar ao Reino Unido e à região de Silverstone, onde ficaria próximo de Milton Keynes, seu antigo local de trabalho.

Segundo informações, a decisão de Wheatley também pode estar ligada a um considerável aumento salarial e à oportunidade de trabalhar diretamente com o co-proprietário da Aston Martin, Lawrence Stroll, que tem demonstrado empenho em atrair talentos de destaque para seu time.

NORTHAMPTON, ENGLAND - JULY 06: Jonathan Wheatley, Team Principal of Stake F1 Team Kick Sauber and Mattia Binotto, COO and CTO of Stake F1 Team Kick Sauber talk in parc ferme during the F1 Grand Prix of Great Britain at Silverstone Circuit on July 06, 2025 in Northampton, England. (Photo by Steven Tee/LAT Images)
Foto: Sauber/ LAT Images

Dentro da Audi, embora Binotto tenha grande influência operacional, ele não participou da escolha de Wheatley para o cargo de chefe da equipe. Além disso, informações que circulam no paddock da F1, indicam que a relação entre os dois sempre foi considerada difícil, e o britânico não seria o líder que Binotto gostaria de ter no time, o que contribuiu para a decisão de Wheatley seguir outro caminho, que muito provavelmente, irá levá-lo para a Aston Martin muito em breve.