F1: Previsão do tempo indica sol para o GP da Austrália

A etapa de abertura da temporada 2026 da Fórmula 1 em Melbourne tem, até o momento, previsão de clima majoritariamente favorável para a realização das atividades em pista. Diferentemente de 2025, quando o GP da Austrália entrou para a história como a primeira abertura de campeonato disputada sob chuva, a tendência agora é de condições mais estáveis.

No ano passado, a corrida foi marcada pelo caos provocado pela pista molhada, e terminou com vitória de Lando Norris da McLaren, a primeira de uma temporada que culminaria em seu título pilotos. Para este próximo final de semana, no entanto, a possibilidade de um novo cenário semelhante parece limitada.

Segundo a previsão do tempo, a chance de chuva para o fim de semana no Circuito de Albert Park é considerada baixa. A previsão indica céu ensolarado tanto para os treinos livres de sexta-feira quanto para a corrida no domingo, que terá 58 voltas, com temperaturas na faixa dos 20°C, variando entre mínimas e médias.

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Foto: XPB Images

O sábado concentra a maior incerteza. Para o terceiro treino livre e a sessão de classificação, há possibilidade de céu nublado e pancadas isoladas. Dois grandes sistemas de chuva se aproximam da região a leste de Melbourne, um se deslocando do norte, vindo da região de Brisbane e Gold Coast, e outro avançando a partir do Mar da Tasmânia, após passar pelo sul da Nova Zelândia. A expectativa é que Sydney seja mais impactada, mas não se descarta que alguma chuva atinja Melbourne.

Em relação aos ventos, a sexta-feira deve ter rajadas vindas do nordeste. No sábado, a direção muda para norte durante a sessão de classificação. Já para a corrida no domingo, o vento deve soprar do sudeste em direção ao noroeste, criando condições de vento contrário em trechos importantes do circuito.

Isso pode influenciar diretamente nas disputas por posição. O trecho de aceleração plena a partir da curva 6, passando pelas curvas 9 e 10 até a forte freada da curva 11, será percorrido contra o vento, o que tende a favorecer o uso do vácuo e potencialmente aumentar as oportunidades de ultrapassagem ao longo da prova.