Oscar Piastri fez sua avaliação sobre o novo sistema aerodinâmico adotado pela Fórmula 1 no regulamento para a temporada 2026. O piloto apontou como é semelhante ao DRS, apesar do propósito ser diferente.
O campeonato deste ano vê uma mudança radical nas regras, com os carros de efeito solo sendo substituídos por máquinas menores e mais leves, assim como motores com divisão 50/50 entre combustão interna e potência elétrica.
Ainda, há aerodinâmica ativa tanto nas asas traseira quanto dianteira, onde terão flaps que irão se abrir na frente e atrás e poderão ser usados a cada volta nas zonas definidas, parecido com o DRS, mas com áreas mais espalhadas pelos circuitos.
A operação será manual, e ajudará a reduzir o arrasto, embora exista um desligamento automático quando os pilotos freiam. E aos olhos de Piastri, é bastante semelhante ao DRS.

“É uma sensação muito parecida com quando tínhamos o DRS. Obviamente, a maior diferença do DRS era que ele provocava uma grande mudança no equilíbrio aerodinâmico para a frente, então o carro ficava muito mais arisco”, disse.
“Já neste ano, eu não sei exatamente para onde vai o equilíbrio aerodinâmico, mas ele fica bem mais ‘preguiçoso’, digamos assim, porque simplesmente não há aderência em nenhum dos dois eixos. É uma sensação semelhante à do DRS, provavelmente mais potente, mas não é uma mudança enorme em relação ao que já tivemos. Obviamente, o objetivo disso é completamente diferente”, concluiu.
