Oscar Piastri avaliou as mudanças do regulamento que a FIA aplicou para a Fórmula 1 já a partir do GP de Miami e refletiu se a McLaren pode tirar benefícios para tentar se aproximar da Mercedes no campeonato.
Durante o mês de abril, a entidade máxima do esporte se reuniu com as equipes para debater ajustes no conjunto de regras. Após alguns encontros, pontos foram implementados e serão adotados já para a etapa nos Estados Unidos, que acontece no primeiro final de semana de maio.
Falando sobre as mudanças e os impactos que podem refletir no grid, Piastri mostrou um otimismo cauteloso, além de que espera que a diferença da McLaren comece a diminuir a partir da próxima corrida.

“Eu adoraria dizer que sim [as mudanças vão ajudar], mas realmente não acho que seja o caso. A Mercedes, acredito, teve uma compreensão melhor da unidade de potência e de como extrair o máximo dela. Acho que no Japão, pelo menos do meu lado, obviamente foi um fim de semana bem comprometido do lado do Lando [Norris], mas do meu lado da garagem senti que fizemos um trabalho muito bom em maximizar tudo da unidade de potência e do carro que tínhamos.”
“Claramente ainda estamos um bom tanto atrás em termos de downforce e também de desempenho do chassi. Então tenho certeza de que essa diferença no entendimento da unidade de potência vai diminuir um pouco, mas acredito que o déficit no Japão não foi porque estávamos perdendo tempo por causa da unidade de potência ou porque não a exploramos bem; foi porque o nosso carro simplesmente não era tão bom quanto o deles. Então acho que agora temos uma peça importante desse quebra-cabeça.”
