F1: Paralisação obrigatória prejudica correção de falhas nos carros da Red Bull

A Red Bull chegou à pausa de verão da Fórmula 1 com diversas questões para resolver e tentar amenizar a temporada decepcionante. Durante a prova da Hungria, a última antes do recesso, tanto Max Verstappen quanto Yuki Tsunoda lutaram com um carro difícil de ajustar, repetindo problemas que já haviam aparecido em outras etapas da temporada.

O que poderia ser uma oportunidade para corrigir as falhas se tornou um desafio maior devido às rígidas regras do período de shutdown. De 11 até 24 de agosto, todas as equipes estão obrigadas a paralisar completamente qualquer atividade relacionada ao desenvolvimento dos carros. “Não temos permissão para trabalhar, pensar ou fazer qualquer coisa que possa deixar um carro de F1 mais rápido”, explicou James Allison, diretor técnico da Mercedes, sobre as restrições.

Yuki Tsunoda (JPN) Red Bull Racing RB21.
Foto: XPB Images

As regras da Fórmula 1 são claras: fábricas fechadas, túneis de vento desligados, proibição total de produção de peças ou simulações computadorizadas. Até mesmo as equipes de motores devem interromper todas as atividades técnicas.

Enquanto isso, apenas reformas nas instalações e trabalhos administrativos continuam permitidos. Para a Red Bull, que busca recuperar sua vantagem técnica, a espera será crucial quando as atividades forem retomadas em 25 de agosto, poucos dias antes do GP da Holanda, um de seus principais eventos, já que é casa de Verstappen.