F1: Norris revela detalhes que tornam a pilotagem mais complexa em 2026
Em 2026 a Fórmula 1 terá novas unidades de potência que equilibram 50% da potência entre motor a combustão e baterias, diferente de 2025, quando a divisão era de 80% para o motor e 20% para a parte elétrica. Essa mudança exige que os pilotos adaptem seu estilo de pilotagem, como usar marchas baixas em curvas lentas para recuperar energia, e lidar com o atraso do turbo, novidade na categoria.
Lando Norris, atual campeão mundial com a McLaren, comentou sobre os desafios dessa transição: “O maior desafio no momento é o gerenciamento da bateria e saber como utilizá-la da melhor forma”, disse à imprensa. Ele explicou que é preciso decidir quando usar a energia, quanta potência aplicar e como distribuí-la durante a volta.
Foto: XPB Images
“Agora, o maior desafio é também como recuperar as baterias, e quando se trata de usar as marchas, atingir as rotações corretas, e obviamente temos agora um certo atraso do turbo”, completou.
Mesmo com as dificuldades, Norris afirmou que a meta é se adaptar: “Em um mundo ideal, eu provavelmente não teria isso em um carro de corrida, mas nosso desafio, como equipe, como pilotos e também com nosso fabricante de motores, é dominar isso o máximo possível.”
O novo regulamento está sendo muito debatido nos bastidores da categoria. O tetracampeão Max Verstappen criticou as novas regras e teve apoio de outros pilotos, como o bicampeão Fernando Alonso.