De acordo com o Gazzetta Dello Sport e o portal RacingNews365, Adrian Newey identificou que dados do túnel de vento e das simulações computacionais da Aston Martin não eram confiáveis, o que levou à recalibração do túnel e à reescrita do software. O problema forçou ajustes no cronograma do carro para a temporada 2026 da Fórmula 1, embora sem grandes impactos.
Após a revisão das informações, novas fraquezas no projeto foram detectadas, exigindo alterações supervisionadas por Newey. Com isso, a aprovação final de diversas peças aconteceu mais tarde do que o planejado inicialmente, segundo a imprensa internacional.

Apesar da preocupação inicial, os problemas não são vistos como alarmantes. Segundo fontes, é comum que Newey finalize seus projetos apenas nos momentos finais, após análises detalhadas. A expectativa é que o AMR26 funcione como um “laboratório itinerante” na primeira parte do campeonato, com foco em objetivos claros, como a otimização da aerodinâmica interna e o layout da unidade de potência.
A projeção interna é de que o “carro final” fique pronto apenas no meio de 2026, servindo como base para 2027. A Aston Martin foi uma das primeiras a concentrar esforços no novo regulamento, decisão que, segundo o próprio time, resultou em um 2025 “muito difícil”, encarado como parte de uma estratégia para colher resultados futuros.
