F1: Marko nega cláusulas extras de saída no contrato de Verstappen

Helmut Marko negou publicamente que Max Verstappen tenha novas cláusulas de saída em seu contrato com a Red Bull, após rumores que circularam nas últimas semanas na Fórmula 1. As especulações sugeriam que o acordo do holandês permitiria uma eventual saída caso os resultados não fossem satisfatórios ao longo dos próximos campeonatos, incluindo diferentes pontos de verificação até o fim de 2027.

Os rumores ganharam força antes da pausa de verão de 2025, quando se comentava que Verstappen poderia deixar a Red Bull caso não estivesse entre os três primeiros colocados do campeonato. George Russell chegou a ser citado como possível fator desencadeador da cláusula, caso superasse o holandês na tabela. No entanto, Verstappen encerrou o período na terceira posição, o que impediria a ativação da suposta cláusula.

Depois disso, novas informações sugeriram que outras cláusulas ainda estariam em vigor para 2026 e 2027, permitindo que Verstappen deixasse o time caso não liderasse o campeonato em determinados momentos. A imprensa europeia citava que, se o holandês não estivesse entre os dois primeiros na pausa de verão de 2026, ele poderia sair para 2027, e se não liderasse em 2027, poderia sair antes de 2028, ano de término do contrato atual.

Race winner Max Verstappen (NLD) Red Bull Racing celebrates on the podium.
Foto: XPB Images

Questionado sobre essas supostas condições contratuais, Helmut Marko negou categoricamente. Em declaração ao site OE24, ele afirmou: “Nada disso é verdade.” Marko acrescentou que ele mesmo negociou o contrato e reforçou que a relação entre a Red Bull e Verstappen sempre foi transparente e justa. “Eu negociei o contrato, nós sempre tivemos uma relação justa, e é lógico que não podemos manter o Max se a nova unidade de potência não funcionar. É o contrato de Fórmula 1 com a duração mais longa que já foi negociado.”

Marko também comentou sobre a possibilidade de Verstappen deixar a equipe caso a futura parceria com a Ford não gere um motor competitivo para o novo regulamento de 2026. Segundo ele, isso seria compreensível dentro do contexto esportivo. “Isso faz sentido, não faz? Max quer manter a chance de quebrar todos os recordes, mas a nova unidade de potência é um risco. Logo veremos como as coisas estão.”

Com isso, a Red Bull tenta colocar fim às especulações sobre o futuro do atual tetracampeão mundial, enquanto o novo ciclo técnico da Fórmula 1 se aproxima.



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