Liam Lawson retorna neste fim de semana a Zandvoort, palco de sua estreia ‘inesperada’ na Fórmula 1 em 2023, quando substituiu Daniel Ricciardo após o australiano sofrer uma fratura na mão durante o TL2.
Naquela ocasião, o neozelandês foi lançado diretamente ao desafio a partir do TL3, em um fim de semana marcado pelo clima instável. Ele largou em último e terminou em 13º, em uma corrida caótica com chuva no início e no final. Apesar do bom resultado de estreia, Lawson admitiu que a experiência foi marcada mais pelo medo do que por boas lembranças.
“É engraçado, porque não acho que sejam boas memórias. A maior parte que lembro daquele final de semana foi apenas medo e pressão. Foi um fim de semana muito difícil. Fiquei aliviado de conseguir passar por ele e aprendi muito para as corridas seguintes, mas não foi divertido”, disse ele.

O piloto explicou que as condições extremas do clima deixaram sua estreia ainda mais complicada: “Foi pura sobrevivência, tentando aprender o máximo possível. A sessão de classificação foi muito difícil, a corrida ainda mais. Houve talvez umas vinte voltas em que a pista secou, eu consegui entrar em ritmo e aproveitei. Mas depois choveu de novo, veio a bandeira vermelha, e não foi uma experiência muito agradável”, finalizou o atual piloto da Racing Bulls.
Lawson destacou que, apesar das dificuldades, aquela estreia forçada serviu como aprendizado valioso para sua trajetória na Fórmula 1.
