O caminho da recuperação da Aston Martin ainda vai levar um tempo na Fórmula ‘1 em 2026. Inclusive, Mike Krack alertou para não se esperar uma grande reviravolta já no GP de Miami, no início de maio.
O início do campeonato da equipe britânica tem sido envolto de uma série de problemas. Mesmo com o carro desenhado por Adrian Newey, o motor Honda não tem ajudado na competitividade, além da forte vibração no chassi oferecer riscos permanentes à dupla de pilotos.
Agora em abril, com o cancelamento do Bahrein e da Arábia Saudita, a F1 ficará mais de um mês sem provas. Mas mesmo com esse período parado, o chefe de pista Krack já afirmou que não é para esperar uma grande recuperação nos Estados Unidos.

“Como eu já disse em Xangai, não podemos fazer milagres em duas semanas, nem em cinco. É um trabalho contínuo. Vimos, com os problemas que tivemos desde Barcelona, que se trabalharmos duro durante três meses, ou melhor, dois meses, conseguimos melhorar a confiabilidade a ponto de estarmos em um nível que nos permita, pelo menos, correr”, disse.
“Então, acho que não vamos diminuir a diferença até Miami, mas vamos tentar de tudo para reduzi-la. E o quanto, só o tempo dirá. Não podemos esquecer que a Fórmula 1 não está parada, e eu já disse isso antes, a Fórmula 1 não está esperando por você. Portanto, nossos concorrentes certamente também trabalharão duro. Com a intensidade que temos em uma temporada de corridas, é difícil diminuir as diferenças. Precisamos estar cientes disso e nos esforçar ao máximo. Não existe fórmula mágica”, concluiu.
