A Fórmula 1 terminou mais uma sexta-feira de bastidores quentes, com a Mercedes no centro das conversas por causa de uma solução técnica ligada ao motor que virou assunto no paddock e alimentou discussões nos bastidores sobre interpretações e vantagens para 2026. 
Enquanto isso, a FIA voltou a se reunir e a nova discussão pode mexer diretamente na forma como a compressão das unidades de potência é medida. A possibilidade de alterar o procedimento entrou em pauta depois de avaliações internas, com indicação de que a mudança pode impactar desempenho e até aproximar ou afastar equipes em termos de potência. 
Na Red Bull, o noticiário do dia também foi marcado por uma nova onda de mudanças internas antes do início da temporada. A equipe segue ajustando sua estrutura em áreas importantes, buscando alinhar processos e funções para entrar em 2026 com a operação mais bem encaixada possível. 
Ainda no assunto “movimentos”, Liam Lawson terá um novo engenheiro de corrida na Racing Bulls. A troca faz parte da reorganização do time e reforça o foco em comunicação e adaptação dentro da equipe para o ciclo de regras que começa em 2026. 

Falando em 2026, Toto Wolff elogiou o visual dos novos carros e disse que espera ver mais ultrapassagens e emoção, citando o fim do DRS e a aerodinâmica ativa, além do uso do “boost” como elementos que podem mudar a dinâmica das disputas. “Eu não vejo pontos negativos”, afirmou o chefe da Mercedes ao comentar as mudanças. 
E o dia ainda trouxe uma história especial para os fãs: o Benetton B192, primeiro carro vencedor de Michael Schumacher na Fórmula 1, foi leiloado por US$ 5,5 milhões. O modelo marcou a primeira vitória do heptacampeão, no GP da Bélgica de 1992, e voltou aos holofotes pelo peso histórico no início da trajetória do alemão. 
