A Fórmula 1 viu Lewis Hamilton escapar de uma punição após a Sprint do GP do Canadá 2026. A FIA investigou o piloto da Ferrari por supostamente cortar a pista e obter vantagem nas voltas finais da corrida curta em Montreal, mas decidiu não aplicar nenhuma sanção.
O heptacampeão terminou a Sprint apenas em sexto lugar depois de perder posições nas curvas finais do Circuito Gilles Villeneuve. Hamilton vinha à frente de Oscar Piastri e Charles Leclerc, mas acabou superado pelos dois após uma disputa intensa no encerramento da prova.
Após a corrida, os comissários analisaram o momento em que o piloto da Ferrari passou pela chicane final fora da pista enquanto defendia posição. Hamilton explicou o incidente afirmando: “Piastri colocou o carro ao meu lado na última curva e basicamente me ultrapassou, e com isso também perdi posição para Charles.”
A FIA revisou imagens, telemetria, rádio da equipe e vídeos onboard antes de anunciar o veredito. Segundo o documento oficial, Hamilton estava à frente do carro de Piastri na aproximação da curva 13 e retornou à pista ainda na frente do australiano, mas os comissários entenderam que o piloto da McLaren não estava em posição clara de ultrapassagem.
Por isso, a entidade concluiu que Hamilton não estava defendendo posição de maneira irregular e também não obteve vantagem duradoura ao cortar a chicane. A decisão foi diferente da punição aplicada anteriormente a Nico Hülkenberg, que recebeu dez segundos por situação considerada distinta pelos comissários durante a Sprint no Canadá.
