Lewis Hamilton terminou a corrida Sprint do GP do Canadá de Fórmula 1, sob investigação dos comissários da FIA. O piloto da Ferrari é acusado de ter deixado a pista e obtido vantagem durante as voltas finais da corrida curta em Montreal.
O episódio aumentou ainda mais a frustração do britânico após uma prova movimentada no Circuito Gilles Villeneuve. Hamilton já havia enfrentado dificuldades durante a Sprint ao tocar o famoso muro dos campeões com a parte traseira direita de seu SF-26, enquanto ocupava a quarta posição.
Apesar do incidente, o heptacampeão conseguiu permanecer na pista, mas perdeu rendimento no trecho final da corrida. Na última volta, acabou ultrapassado por Oscar Piastri da McLaren e também perdeu posição para o companheiro de equipe Charles Leclerc, encerrando a Sprint apenas em sexto lugar.
Depois da prova, Hamilton comentou o momento decisivo que comprometeu seu resultado em Montreal: “Piastri colocou o carro ao meu lado na última curva e basicamente me ultrapassou. Com isso, também perdi posição para Charles”, explicou o piloto da Ferrari.
A investigação aberta pelos comissários, envolve justamente um episódio ocorrido na curva 13, parte da chicane final do circuito canadense. Segundo as informações divulgadas, Hamilton teria deixado a pista e obtido vantagem durante a disputa nas voltas finais.
O incidente específico não foi mostrado pela transmissão oficial da Fórmula 1, o que aumentou a expectativa sobre a análise dos comissários após o encerramento da Sprint. Até o momento, ainda não existe definição sobre uma possível punição para o britânico.
Agora, a expectativa fica em torno da decisão da direção de prova e de um possível impacto no resultado final da corrida Sprint. Dependendo da conclusão dos comissários, Hamilton ainda corre o risco de sofrer alguma sanção esportiva após a corrida curta em Montreal.
