Isack Hadjar acredita ser merecedor de um assento em uma equipe de ponta de pelotão na Fórmula 1. Na temporada 2026, se tornou o mais novo companheiro de Max Verstappen na Red Bull.
Por muitos anos, o holandês tem superado facilmente todos os seu colegas de time, que acabam andando mais no meio do pelotão.
Já o francês, após um ano de estreia positivo na Racing Bulls, acabou promovido para a equipe principal assumindo a vaga de Yuki Tsunoda. E quando questionado se ele se preocupa com a história do segundo assento da Red Bull, Hadjar minimizou.
“Claro que sim, de certa forma. Se você olhar para as diferenças entre os companheiros de equipe do Max, vai pensar: ‘Nossa, que estranho’”, respondeu ao site da F1.

“Ao mesmo tempo, sou realista. É um novo regulamento, temos o mesmo carro. Se eu acredito que estou bem, estou bem, e ponto final. Nas três primeiras corridas, tudo correu como eu esperava”, continuou.
“É uma amostra pequena, o carro é o que é agora, é muito difícil de pilotar. Mas não estou muito longe, e estou feliz com o meu desempenho nessas três primeiras corridas com o carro que tinha. No geral, é muito bom”, concluiu.
