Isack Hadjar teve um GP do Japão de Fórmula 1 complicado, terminando apenas na 12ª posição e destacando que a corrida foi longa e marcada por dificuldades, especialmente na gestão de energia.
Apesar do resultado fora da zona de pontos, o francês começou bem a prova e chegou a disputar posições mais altas. No entanto, problemas com o uso da bateria e o momento do safety car, comprometeram suas chances de um resultado melhor.
“Hoje pareceu uma corrida longa para nós. Tive uma boa largada e uma primeira volta forte, o plano era lutar com Pierre (Gasly da Alpine), e consegui fazer isso até a reta oposta, onde perdi muita bateria”, afirmou Hadjar após a prova. Ele destacou que a perda de energia foi decisiva para a queda de desempenho do carro da Red Bull Racing.
Segundo ele, a equipe precisa evoluir nesse aspecto para evitar novas dificuldades: “Precisamos melhorar nosso uso da energia, porque tivemos muita dificuldade com isso hoje”, afirmou. A limitação comprometeu não apenas as disputas diretas, mas também o ritmo geral ao longo da corrida.
Outro fator que prejudicou a estratégia foi a entrada do safety car em um momento desfavorável. Hadjar explicou que a neutralização acabou dificultando ainda mais a tentativa de recuperação: “O timing do safety car também foi infeliz e, depois disso, foi difícil voltar aos pontos”, disse ele.

Mesmo assim, o piloto francês teve disputas intensas ao longo da prova, especialmente contra os dois carros da Audi: “Tive uma boa luta com as Audis, mas não tinha ritmo para ultrapassá las”, reforçando que o desempenho do carro foi um dos principais obstáculos.
Apesar da frustração, Hadjar destacou que o trabalho continua dentro da equipe para entender as limitações: “Todos estão trabalhando duro para entender os problemas”, acrescentou.
Com uma pausa de um mês em abril antes da próxima etapa, o francês vê o período como oportunidade para reagir: “Agora temos até Miami para nos colocarmos em uma posição melhor”, completou esperançoso.
