Oliver Goethe, ex-piloto do programa de juniores da Red Bull, se abriu sobre sua saída da equipe e as circunstâncias que cercaram sua demissão. O alemão, que foi parte do time de 2023 a 2025, indicou que não considerou a decisão totalmente justa, destacando que, após ser dispensado pela Red Bull, sua velocidade começou a melhorar.
Goethe revelou que foi comunicado sobre sua saída durante a primeira metade da temporada passada: “Foi uma pena que me disseram, digamos, no meio da temporada, quando comecei a ficar mais rápido. Quem sabe o que poderia ter acontecido se tivessem me dado um pouco mais de tempo”, afirmou o piloto, que agora continua sua carreira na Fórmula 2 este ano.
Apesar de sua saída do programa da Red Bull, Goethe deixou claro que sua meta continua sendo a Fórmula 1: “Este é meu segundo ano na F2. É irreal esperar uma chance no terceiro. Eu vou dar tudo de mim, como sempre faço. Se conseguir os resultados, as oportunidades aparecerão”, disse ele, destacando sua determinação em conquistar uma vaga no grid da F1.

O jovem piloto, que correu pela MP Motorsport no ano passado em sua temporada de estreia na F2, também expressou gratidão pelos aprendizados com seu antigo companheiro de equipe, Richard Verschoor: “Ele é um piloto muito rápido e aprendi muito com ele”, disse Goethe sobre o relacionamento com o holandês, que agora se volta para as corridas de endurance no Campeonato Europeu de Le Mans.
Por fim, Goethe comentou sobre seu futuro, afirmando que, caso a F1 não seja possível, outras alternativas em categorias como IndyCar ou Fórmula E podem surgir: “Não tenho um plano específico, mas dependendo dos resultados deste ano, novas oportunidades aparecerão. Espero que boas oportunidades apareçam para que eu consiga meu lugar na Fórmula 1”, completou.
