A Williams confirmou que o pedido de revisão da punição aplicada a Carlos Sainz no GP da Holanda, em Zandvoort, deve ser analisado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) até o dia 12 de setembro. O processo exige que a equipe apresente novas evidências para que o caso seja reconsiderado. Caso não sejam considerados elementos novos e pertinentes, o pedido será rejeitado.
Sainz recebeu uma penalidade de 10 segundos por uma colisão com Liam Lawson, da Racing Bulls, além de dois pontos em sua superlicença. O espanhol não escondeu sua insatisfação, classificando a decisão dos comissários como “a coisa mais ridícula que já ouvi na minha vida”, durante uma comunicação por rádio com a equipe.

A iniciativa para a reavaliação partiu da equipe Williams, que entrou com um pedido de direito de revisão junto à FIA. O chefe do time, James Vowles, reforçou essa posição durante um discurso interno em Monza, na véspera do GP da Itália. Ele destacou que o principal objetivo da revisão é garantir a remoção dos pontos na Superlicença de Sainz e buscar clareza sobre os critérios usados nas decisões dos comissários.
“Entramos com um direito de revisão pelo que aconteceu entre Liam e Carlos em Zandvoort. A razão por trás disso é que há dois pontos na licença de Carlos que quero garantir que sejam removidos. Mas, na verdade, o ponto mais importante que queremos é realmente estabelecer como disputar corridas.”
Caso a penalidade seja anulada, os resultados do GP da Holanda permanecerão os mesmos, já que Sainz cumpriu os 10 segundos de punição durante a prova.
