O GP do Japão deste final de semana da Fórmula 1 veio com a expectativa de mais uma vez ver a asa ‘Macarena’ da Ferrari em ação. Entretanto, mais uma vez a equipe italiana optou por não usar o dispositivo.
Portanto, para a terceira etapa da temporada, a escuderia de Maranello vai sem grandes mudanças, apesar de no box ter peças extras suficientes para os dois carros – Fred Vassour já havia dito ao final de 2025 que só levaria peças que baixaram o tempo de volta ou teriam baixo custo de transporte. Outras equipes do grid acabaram levando algumas atualizações para Suzuka.
Para 2026, o frete para as corridas faz parte do limite orçamentário e, portanto, os times da F1 precisam estudar e planejar a introdução de novas peças de maneira muito mais meticulosa. Ainda, os planos da Ferrari tiveram se se adaptar ao cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita.
Antes do início do GP do Japão, Charles Leclerc, sem dar muitos detalhes, já havia declarado que não esperava se aproximar da Mercedes neste final de semana. Após os primeiros treinos livres, a dupla ficou atrás da líder alemã e McLaren.

Agora, com o mês de abril sem nenhuma etapa, a escuderia irá aproveitar para refinar e se dedicar em alguns pontos do SF-26. A asa ‘Macarena’, então, continuará com o desenvolvimento em Maranello. Ainda em fase inicial, deve passar por testes de confiabilidade antes de ser aprimorada.
Hoje, na especificação atual do carro, a equipe multi campeã italiana observou um ganho de desempenho na reta, mas que também trazia maior instabilidade em comparação com o design convencional quando a asa traseira estava fechada. Com isso, a Ferrari chegou à conclusão que a asa ‘Macarena’ não estava tão bem correlacionada quanto poderia com a asa dianteira.
Ainda é cedo na temporada 2026 da Fórmula 1 para bater o martelo de que a asa é um fracasso, mas certamente ainda precisa de desenvolvimento e trabalho.
